UNICENA PROMOVE ESPETÁCULOS CULTURAIS EM TUBARÃO
05 de outubro de 2011. A agenda cultural do EIA (Espaço Integrado de Cultura) da Unisul de Tubarão está muito enriquecido nestes dias por conta da realização de mais um UNICENA. Este projeto traz companhias de Teatro para Tubarão e serve como vitrine para alguns grupos que existem em nossa cidade.
Nesta noite nós tivemos a oportunidade de assistir a peça “A Fulaninha e Dona Coisa”, da Traço Cia. de Teatro, de Florianópolis. Três atrizes e um músico contaram a estória de uma patroa que precisava de uma empregada e de uma empregada que precisa de um namorado.
A peça foi montada para ser apresentada nas ruas; por isso, o envolvimento da platéia com os atores foi fundamental e inevitável. Até o Judá, que havia sentado na primeira fila, acabou sendo envolvido na trama e o fez com grande primor: papel de porta de elevador! Uma beleza!
Ao final, pudemos conversar com a troupe e descobrimos que a Cia. realiza um projeto em hospitais chamado Projeto (A)gentes do Riso (www.osagentesdoriso.blogspot.com) e tem uma grande preocupação social.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
GRÃO-PARÁ PROMOVE ENCONTRO VOCACIONAL PAROQUIAL
SEMINARISTAS PARTICIPAM DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL
02 de outubro de 2011. Às 8:30h deste domingo, na comunidade de Rio Pequeno, da paróquia de Grão-Pará, teve início o Encontro Vocacional paroquial com Catequizandos e Coroinhas.
O evento é promovido por uma parceria entre o SAV local, que tem à frente o Alcedir, e a Catequese, cujo coordenador é o catequista Serginho. Mais de cem crianças, adolescentes e jovens participaram do evento, acompanhados de seus catequistas e alguns pais.
A comunidade ofereceu um café da manhã. A animação foi feita por um grupo de cantos da matriz. O Pe. Auricélio coordenou as atividades, auxiliado pelos seminaristas. O Jonas e o José Luiz dirigiram o momento d espiritualização. O André Arthur falou sobre “Vocação e Eucaristia”. O tema da “Oração” foi abordado pelo Judá.
Às 10:15h teve início a Santa Missa, encerrando o evento, desta feita com a presença da comunidade local. Após, no Salão Paroquial, as lideranças ofereceram um almoço para a coordenação do Encontro.
Agradecemos todo o carinho recebido. Deixamos nosso abraço ao Pe. Aluísio, o pároco, que mesmo não podendo estar presente, enviou-nos saudações. O próximo Encontro será no próximo ano, na comunidade de Aiurê. E, se Deus quiser, nosso Seminário estará presente!
02 de outubro de 2011. Às 8:30h deste domingo, na comunidade de Rio Pequeno, da paróquia de Grão-Pará, teve início o Encontro Vocacional paroquial com Catequizandos e Coroinhas.
O evento é promovido por uma parceria entre o SAV local, que tem à frente o Alcedir, e a Catequese, cujo coordenador é o catequista Serginho. Mais de cem crianças, adolescentes e jovens participaram do evento, acompanhados de seus catequistas e alguns pais.
A comunidade ofereceu um café da manhã. A animação foi feita por um grupo de cantos da matriz. O Pe. Auricélio coordenou as atividades, auxiliado pelos seminaristas. O Jonas e o José Luiz dirigiram o momento d espiritualização. O André Arthur falou sobre “Vocação e Eucaristia”. O tema da “Oração” foi abordado pelo Judá.
Às 10:15h teve início a Santa Missa, encerrando o evento, desta feita com a presença da comunidade local. Após, no Salão Paroquial, as lideranças ofereceram um almoço para a coordenação do Encontro.
Agradecemos todo o carinho recebido. Deixamos nosso abraço ao Pe. Aluísio, o pároco, que mesmo não podendo estar presente, enviou-nos saudações. O próximo Encontro será no próximo ano, na comunidade de Aiurê. E, se Deus quiser, nosso Seminário estará presente!
“VINDE A MIM” É TEMA DO 3º ENCONTRÃO VOCACIONAL
68 GAROTOS PARTICIPAM DO ÚLTIMO ENCONTRÃO DO ANO
01 de outubro de 2011. 08h. O dia amanheceu ensolarado, após um pequeno aguaceiro durante a madrugada. É mais uma destas coisas que Deus prepara para agradar a gente, tornando o dia mais fresco e bonito.
68 garotos, quase a metade eram coroinhas, provenientes de sete paróquias da Diocese, chegaram para o Encontrão Vocacional. Alguns pais e catequistas os acompanharam. Os seminaristas deixaram tudo preparado para acolhê-los bem. O Pe. Auricélio coordenou o Encontrão.
O Pe. Pedro fez a acolhida e a reflexão inicial. O seminarista estagiário Ronério dirigiu a Oração Inicial. O tema escolhido foi “Vinde a mim”. Os seminaristas levaram os encontristas, em grupos, para visitar a Casa.
Após o lanche houve uma reflexão sobre o tema, dirigida pelo Promotor Vocacional, e trabalhos em grupos a partir de textos bíblicos. A Missa aconteceu na capela da CEDA.
Os seminaristas cuidaram da animação, auxiliados por dois vocacionados: o Joceli (de Jaguaruna) e o Vinícius (de Orleans), com seus violões e sanfona, respectivamente. À tarde houve o momento esportivo, a avaliação e a despedida.
Foi um belo Encontrão. Tudo correu bem e muito animado!
01 de outubro de 2011. 08h. O dia amanheceu ensolarado, após um pequeno aguaceiro durante a madrugada. É mais uma destas coisas que Deus prepara para agradar a gente, tornando o dia mais fresco e bonito.
68 garotos, quase a metade eram coroinhas, provenientes de sete paróquias da Diocese, chegaram para o Encontrão Vocacional. Alguns pais e catequistas os acompanharam. Os seminaristas deixaram tudo preparado para acolhê-los bem. O Pe. Auricélio coordenou o Encontrão.
O Pe. Pedro fez a acolhida e a reflexão inicial. O seminarista estagiário Ronério dirigiu a Oração Inicial. O tema escolhido foi “Vinde a mim”. Os seminaristas levaram os encontristas, em grupos, para visitar a Casa.
Após o lanche houve uma reflexão sobre o tema, dirigida pelo Promotor Vocacional, e trabalhos em grupos a partir de textos bíblicos. A Missa aconteceu na capela da CEDA.
Os seminaristas cuidaram da animação, auxiliados por dois vocacionados: o Joceli (de Jaguaruna) e o Vinícius (de Orleans), com seus violões e sanfona, respectivamente. À tarde houve o momento esportivo, a avaliação e a despedida.
Foi um belo Encontrão. Tudo correu bem e muito animado!
SEMINARISTAS ASSITEM PEÇA TEATRAL NA UNISUL
“DENTRO-FORA” TROUXE MUITOS ELEMENTOS À REFLEXÃO
29 de setembro de 2011. 20:30h. O Espaço de Artes da Unisul, em Tubarão, numa parceria com o SESC, apresentou um espetáculo teatral neste dia 29 de setembro. Mais de cem pessoas assistiram à peça e se deliciaram com a apresentação. Toda a nossa comunidade seminarística participou.
“A peça é uma homenagem do escritor americano Paul Auster a ‘Dias Felizes’ – uma das mais famosas obras do dramaturgo irlandês Samuel Beckett (1906-1989), numa metáfora do homem contemporâneo, imobilizado perante a vida. ‘
Dentro-Fora’ leva à cena os personagens Homem e Mulher, interpretados respectivamente pelos premiados atores Nelson Diniz e Liane Venturella, que se encontram presos em caixas. Apesar de separados e de não se verem, a peça se passa em torno de um diálogo intenso entre os dois, sobre assuntos cotidianos e também absurdos.”
O espetáculo foi apresentado pela In.Co.Mo.De-Te (Inconformada Companhia de Moda, Design e Teatro) de Porto Alegre, RS. Trata-se de “um grupo formando por atores, diretores, designers, iluminadores, musicistas, que trabalham com diferentes linguagens e juntos realizam projetos baseados no trabalho do ator.
Os aparatos cênicos, os textos e a condução da direção são escolhidos de modo a compor uma estética que realce a interpretação, essência da proposta.”
29 de setembro de 2011. 20:30h. O Espaço de Artes da Unisul, em Tubarão, numa parceria com o SESC, apresentou um espetáculo teatral neste dia 29 de setembro. Mais de cem pessoas assistiram à peça e se deliciaram com a apresentação. Toda a nossa comunidade seminarística participou.
“A peça é uma homenagem do escritor americano Paul Auster a ‘Dias Felizes’ – uma das mais famosas obras do dramaturgo irlandês Samuel Beckett (1906-1989), numa metáfora do homem contemporâneo, imobilizado perante a vida. ‘
Dentro-Fora’ leva à cena os personagens Homem e Mulher, interpretados respectivamente pelos premiados atores Nelson Diniz e Liane Venturella, que se encontram presos em caixas. Apesar de separados e de não se verem, a peça se passa em torno de um diálogo intenso entre os dois, sobre assuntos cotidianos e também absurdos.”
O espetáculo foi apresentado pela In.Co.Mo.De-Te (Inconformada Companhia de Moda, Design e Teatro) de Porto Alegre, RS. Trata-se de “um grupo formando por atores, diretores, designers, iluminadores, musicistas, que trabalham com diferentes linguagens e juntos realizam projetos baseados no trabalho do ator.
Os aparatos cênicos, os textos e a condução da direção são escolhidos de modo a compor uma estética que realce a interpretação, essência da proposta.”
QUE TODOS PROCLAMEM: “JESUS É O SENHOR”
Ziguinchor é a capital da região de Casamance, no sul do Senegal, na África Ocidental. Deflagrou-se um levante popular para a independência desta região; pretendiam formar um novo país. Era o ano de 1993. Eu e o Pe. Eduardo B. estávamos chegando à Guiné-Bissau havia pouco mais de um mês. Éramos recém-formados em Teologia e buscávamos melhor preparo antes da Ordenação. Meu amigo havia contraído malária (que lá se chama: paludismo) e sua vida estava em perigo, dentro das florestas de Suzana, no norte de Guiné, fronteira com o Senegal.
Da missão, dia e noite, ouvíamos estrondos de bombas e rajadas de metralhadoras nos coqueirais, vindos de Ziguinchor, na outra margem do rio. Mal sabíamos o criol (língua oriunda da mistura de idiomas locais com o português), tampouco o felupe ou djolá (falado pelo povo do lugar).
Mas, todas as manhãs, antes do alvorecer, nos dirigíamos à humilde capela da Missão Católica para a santa Missa. Pe. Giuseppe Fumagali (italiano) e Pe. Pedro Zilli (brasileiro, atual Bispo de Bafatá, na Guiné) concelebravam. As únicas palavras que compreendíamos eram: “kassumai kép” (ao cumprimentar alguém) e “matta Jesus Cristo” (“por Jesus Cristo”, no final das orações). Terminada a celebração, as Irmãs missionárias venezuelanas atendiam o Pe. Eduardo e depois iam para o campo de refugiados ajudar os feridos na tal guerra de Casamance. Os padres combinavam conosco as atividades do dia: escola, catequese, visita às aldeias próximas...
Estou partilhando esta recordação porque este Mês de Outubro nos convida a refletirmos sobre a missão da Igreja no mundo. De fato, quando Jesus ordenou “Ide pelo mundo, anunciai o Evangelho”, Ele não estava apenas indicando uma atividade dentre outras que o cristão poderia realizar. De fato, Ele orientava como gostaria que o cristão vivesse e manifestasse a sua fé.
O cristão é um instrumento de Deus no mundo! É o portador da luz e da Pessoa de Jesus! É por isso que o cristão faz a diferença onde quer que se encontre. Ele não possui luz própria, mas reflete a luz de Cristo ressuscitado. Esta é a causa de sua alegria e a razão de sua fé. Assim sendo, o mundo se torna muito pequeno: é o campo de plantação. É preciso semear a boa semente!
O testemunho de nossos missionários, de todos os tempos, deve interpelar nossa prática atual e nosso jeito de ser Igreja. Jesus se fez missionário do Pai. Na força do Espírito Santo, Ele enviou a Sua Igreja ao mundo. Desde então, milhares de pessoas tocadas pela fé tem deixado suas famílias, seus bens, e até suas culturas, para testemunhar Jesus além fronteiras. Foi assim que o Evangelho de Jesus chegou a estas terras de nossa Diocese. E, como uma graça especial, nosso primeiro Bispo era um frade missionário, que deixou sua Alemanha para dedicar-se ao Reino na região amazônica e no nordeste brasileiro. O legado de D. Anselmo também deve ser recordado neste Mês Missionário para avaliarmos como anda a missionariedade em nossa Diocese.
O nosso novo Plano Diocesano de Pastoral apresenta como primeira Urgência na Ação Evangelizadora a questão da missionariedade. Pois, “a Igreja é, indispensavelmente, missionária! Existe para anunciar, por gestos e palavras, a pessoa e a mensagem de Jesus Cristo” (nº 128). Desta forma ecoa entre nós a exortação dos Bispos em Aparecida, em 2007, de que a Igreja em nosso continente fique em “estado permanente de missão”. E também a reflexão dos Bispos do Brasil ao definirem as novas Diretrizes da Ação Evangelizadora.
Uma Igreja aberta às missões, dentro e fora de suas fronteiras, é uma Igreja viva! É um canteiro propício onde podem germinar as sementes das vocações, inclusive as de especial consagração. Continuemos pedindo a Deus a graça de compreendermos nossa presença neste mundo. Que Ele nos cumule de senso de solidariedade, inquietude e desprendimento cristãos. E que o Reino cresça entre nós e aqui se estabeleça.
Ah! À propósito, Casamance continua integrada ao território senegalês. O Pe. Eduardo, aos poucos, recuperou a saúde e tornou-se um grande e amado missionário na terra dos povos balanta e balanta-máne, em Mansôa (região central da Guiné); enquanto eu fui para a Missão de Fátima, na periferia de Bissau, terra de muitos povos, especialmente dos pepéles.
Para que todos proclamem “Jesus Cristo é o Senhor!”, a Boa Nova continua a ser anunciada lá naqueles rincões pela ação de abnegados missionários. E a Igreja na África suplica por mais missionários!
Pe. Auricélio Costa – Promotor Vocacional
Da missão, dia e noite, ouvíamos estrondos de bombas e rajadas de metralhadoras nos coqueirais, vindos de Ziguinchor, na outra margem do rio. Mal sabíamos o criol (língua oriunda da mistura de idiomas locais com o português), tampouco o felupe ou djolá (falado pelo povo do lugar).
Mas, todas as manhãs, antes do alvorecer, nos dirigíamos à humilde capela da Missão Católica para a santa Missa. Pe. Giuseppe Fumagali (italiano) e Pe. Pedro Zilli (brasileiro, atual Bispo de Bafatá, na Guiné) concelebravam. As únicas palavras que compreendíamos eram: “kassumai kép” (ao cumprimentar alguém) e “matta Jesus Cristo” (“por Jesus Cristo”, no final das orações). Terminada a celebração, as Irmãs missionárias venezuelanas atendiam o Pe. Eduardo e depois iam para o campo de refugiados ajudar os feridos na tal guerra de Casamance. Os padres combinavam conosco as atividades do dia: escola, catequese, visita às aldeias próximas...
Estou partilhando esta recordação porque este Mês de Outubro nos convida a refletirmos sobre a missão da Igreja no mundo. De fato, quando Jesus ordenou “Ide pelo mundo, anunciai o Evangelho”, Ele não estava apenas indicando uma atividade dentre outras que o cristão poderia realizar. De fato, Ele orientava como gostaria que o cristão vivesse e manifestasse a sua fé.
O cristão é um instrumento de Deus no mundo! É o portador da luz e da Pessoa de Jesus! É por isso que o cristão faz a diferença onde quer que se encontre. Ele não possui luz própria, mas reflete a luz de Cristo ressuscitado. Esta é a causa de sua alegria e a razão de sua fé. Assim sendo, o mundo se torna muito pequeno: é o campo de plantação. É preciso semear a boa semente!
O testemunho de nossos missionários, de todos os tempos, deve interpelar nossa prática atual e nosso jeito de ser Igreja. Jesus se fez missionário do Pai. Na força do Espírito Santo, Ele enviou a Sua Igreja ao mundo. Desde então, milhares de pessoas tocadas pela fé tem deixado suas famílias, seus bens, e até suas culturas, para testemunhar Jesus além fronteiras. Foi assim que o Evangelho de Jesus chegou a estas terras de nossa Diocese. E, como uma graça especial, nosso primeiro Bispo era um frade missionário, que deixou sua Alemanha para dedicar-se ao Reino na região amazônica e no nordeste brasileiro. O legado de D. Anselmo também deve ser recordado neste Mês Missionário para avaliarmos como anda a missionariedade em nossa Diocese.
O nosso novo Plano Diocesano de Pastoral apresenta como primeira Urgência na Ação Evangelizadora a questão da missionariedade. Pois, “a Igreja é, indispensavelmente, missionária! Existe para anunciar, por gestos e palavras, a pessoa e a mensagem de Jesus Cristo” (nº 128). Desta forma ecoa entre nós a exortação dos Bispos em Aparecida, em 2007, de que a Igreja em nosso continente fique em “estado permanente de missão”. E também a reflexão dos Bispos do Brasil ao definirem as novas Diretrizes da Ação Evangelizadora.
Uma Igreja aberta às missões, dentro e fora de suas fronteiras, é uma Igreja viva! É um canteiro propício onde podem germinar as sementes das vocações, inclusive as de especial consagração. Continuemos pedindo a Deus a graça de compreendermos nossa presença neste mundo. Que Ele nos cumule de senso de solidariedade, inquietude e desprendimento cristãos. E que o Reino cresça entre nós e aqui se estabeleça.
Ah! À propósito, Casamance continua integrada ao território senegalês. O Pe. Eduardo, aos poucos, recuperou a saúde e tornou-se um grande e amado missionário na terra dos povos balanta e balanta-máne, em Mansôa (região central da Guiné); enquanto eu fui para a Missão de Fátima, na periferia de Bissau, terra de muitos povos, especialmente dos pepéles.
Para que todos proclamem “Jesus Cristo é o Senhor!”, a Boa Nova continua a ser anunciada lá naqueles rincões pela ação de abnegados missionários. E a Igreja na África suplica por mais missionários!
Pe. Auricélio Costa – Promotor Vocacional
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